De todos os passos, para a criação dum negócio, que qualquer empresário sonha, a escolha do nome, tende a ser a mais difícil, mas, por norma, aquela em que se preocupam menos e como tal, vêm, o acto da escolha, como um passo menor, algo digno de pouca preocupação.

Mas será assim mesmo?

Quando queremos que nosso negócio seja falado, procuramos criar algo que o identifique.

Essa identificação começa com o nome que lhe atribuímos.

O nome é a base de qualquer marca, e um negócio que se pretenda com sucesso, pode, também depender da escolha dum bom ou um mau nome.

Como escolher um bom nome?

Primeiramente, temos alguns pontos que ter em conta. Um nome que possa ser considerado ofensivo, ou jocoso, pode ser prejudicial, pois, ou os potenciais clientes se ofendem, ou não levam o negócio muito a sério, e de qualquer uma das opções pode pôr em risco toda a base de construção da marca.

Para se definir um nome, primeiramente, teremos que pensar em qual a área primordial de afectação do negócio. Se a sua base for o imobiliário, ou a construção, o nome tem que ser directo, mas ao mesmo tempo, ter algo que o associe ao projecto em si.

Se o negócio for um negócio familiar, com tradição, a ideia passa por incluir um elemento que remeta para esse tradição, e o nome, que dê a impressão de uma marca limpa, directa.

Convém, sempre definir várias opções de possíveis nomenclaturas, para o processo de registo da empresa, mas isso, falamos mais à frente.

Como disse um grande influencer do marketing: “Os nomes negociais têm potencial para incluir ou excluir…. isso faz toda a diferença.”

Por último, um nome pode, muitas vezes, transformar-se numa abreviatura ou acrónimo que, caso o nome original seja um pouco longo, ou difícil de recordar, pode e deve assumir um papel mais “mediático”, para efeitos publicitários.

Um dos grandes exemplos é´a LG, cujo nome original é Lucky-Goldstar, e o slogan, Life is good. A marca, pela sua simplicidade no nome, acabou por abandonar a nomenclatura original e ficar com LG ou LG Electronics.

Convém lembrar, sempre, que o nome da marca, é a primeira impressão que o cliente retém. O nome pode representar uma imagem leve, divertida ou séria, formal… isso dependerá, sempre do tipo de negócio… Um banco procurará sempre um nome mais “familiar” mais limpo, mais formal, uma funerária, um nome mais pesado, mais melancólico, um bar ou discoteca, um nome mais divertido, com mais leveza.

Porquê de ter um plano b, c e mais, aquando da escolha do nome?

A lei nacional, de registo de marcas, é demasiado intransigente. Se houver um negócio, com um nome que possa, de uma forma ou de outra, ter algum tipo de semelhança fonética com outra marca, no mesmo campo de afectação, na maioria das vezes, não é aceite pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), pelo que convém manter as opções em aberto.

Conclusão:

O nome é o primeiro passo de qualquer empresa ou qualquer negócio. Tão ou mais importante do que um logotipo, o nome deve ser ponderado, tanto a nível de significado como de abrangência, e nunca deverá ser feita, uma escolha, de ânimo leve.

Se pretende criar um negócio, uma marca, e tem dúvidas em qualquer uma das partes do processo, seja nome, logo ou caminho a seguir, contacte-nos, que na UNNE DESIGN teremos imenso gosto em caminhar a seu lado.