No advento das novas tecnologias, cada vez mais, surgem ferramentas que nos permitem construir um negócio, com o mínimo de condições, muitas vezes, sem sairmos da nossa própria casa.

Com este artigo, tentamos mostrar os pontos fortes e fracos de cada um dos tipos de negócio.

LOJA DIGITAL

Qualquer pessoa, nos dias que correm, tem acesso a um computador e a uma ligação de internet. Porque não aproveitar?

Criar uma loja digital é simples, pode criar-se, facilmente, um nome, uma marca, e uma montra para os produtos que temos para venda, ou para os serviços que prestamos, sem que seja necessário gastar dinheiro em renda, segundo contrato de água e electricidade ou internet, permitindo, assim, uma poupança naquelas pequenas contas do dia-a-dia, que, juntas, tanta diferença fazem.

A única despesa, será o investimento inicial, e, anualmente, as licenças ou anuidades do servidor e do domínio.

O problema é a concorrência. Apesar da mesma se fazer sentir nos negócios tradicionais, no meio internauta, criar uma imagem que apele, dá o seu trabalho. É preciso criar um desenho, um logotipo, um site leve e elegante, que não leve a que os visitantes se percam, se cansem, sem comprar nada.

É preciso, também, gerir o site, de forma a minimizar o impacto de correio não-solicitado, ou spam, possibilidade de vírus, ou tentativa de acesso pirata, que pode destruir uma marca, ou, pelo menos, dá trabalho extra e pôr em risco o real funcionamento da loja online.

Também não se pode descurar a apresentação do produto, ou serviço oferecido. Tem que ser algo bonito, eficaz, sem preços exorbitantes ou extrapolados.

LOJA FÍSICA

A loja física incluí, numa fase inicial, logo um  investimento muito mais pesado. A renda, o equipamento/mobiliário, um novo contrato de electricidade, ou seja, despesas acrescidas, iniciais, para o investimento em si, e outras, como o caso da electricidade, que mantém despesas mensais, enquanto o espaço estiver activo.

A juntar a isso, um conjunto de regras, licenças e avisos, que, caso não estejam presentes, podem levar a multas desnecessárias.

Apesar de ser necessário um cuidado com a marca, com a apresentação da loja, do logotipo, da imagem na sua generalidade, como se trata dum espaço físico, o cuidado dispensado pode não ser tão pormenorizado.

Outra das vantagens do espaço físico, é o permitir algo que, por via online, é muito mais difícil, que é a chamada “compra por impulso”, ou seja, o cliente, em contacto com o produto, pode, mesmo sem intenção, acabar por ceder à tentação e comprar, algo que não é tão fácil de se criar, num espaço virtual.

PORTANTO, QUAL ESCOLHER?

Se for um negócio novo, não haja muita capacidade financeira, que permite dispensar uma quantia mais pesada, para um investimento inicial, a loja online será, sem dúvida, a melhor opção.

Se, porventura, tiver a capacidade de poder investir, financeiramente, num espaço físico, porque não aproveitar, também um investimento num espaço virtual? Um não invalida o outro…só complementa.

Tem dúvidas sobre o que criar, fale connosco, que nós ajudamos-lhe a encontrar a melhor solução.