O seu cliente não compra o seu produto…

O seu cliente não compra o seu produto. Compra a forma como o percebe.

Antes de um cliente experimentar o que a sua empresa faz, já criou uma opinião sobre ela. E essa perceção começa muito antes da compra.

Pode acontecer quando vê o logótipo.
Quando entra no website.
Quando encontra a marca no Google ou nas redes sociais.
Quando vê uma fotografia, lê uma publicação ou recebe uma proposta comercial.

Em todos esses momentos, existe uma pergunta silenciosa:

“Será que esta empresa é para mim?”

É aqui que começa o valor percebido.

O valor não começa no preço

Quando falamos de valor, é comum pensarmos imediatamente em preço.

Mas o preço é apenas uma parte da equação.

Duas empresas podem oferecer serviços semelhantes, com preços relativamente próximos, e provocar perceções completamente diferentes.

Uma pode transmitir confiança, experiência e atenção ao detalhe.

A outra pode parecer improvisada, pouco clara ou desatualizada.

O serviço pode ser semelhante. A perceção de valor não.

É por isso que uma empresa pode perder uma oportunidade mesmo antes de alguém lhe pedir um orçamento.

As pessoas avaliam antes de comprar

Vivemos num contexto em que quase tudo pode ser pesquisado antes de uma decisão.

Antes de visitar uma loja, procuramos informação.
Antes de escolher um restaurante, vemos fotografias e opiniões.
Antes de contactar uma empresa, visitamos o seu website.
Antes de pedir uma proposta, tentamos perceber se aquela empresa parece saber o que está a fazer.

Não significa que uma pessoa consiga avaliar tecnicamente a qualidade de um serviço apenas através da imagem.

Significa que a imagem funciona como um sinal.

E sinais fortes criam confiança.

O design é um sinal de valor

É aqui que o design deixa de ser apenas uma questão estética.

Uma identidade visual coerente transmite atenção ao detalhe.

Um website bem estruturado transmite organização.

Uma fotografia cuidada transmite profissionalismo.

Uma linguagem clara transmite confiança.

Nenhum destes elementos garante, por si só, que uma empresa presta um excelente serviço.

Mas todos contribuem para a expectativa que o cliente cria antes de o experimentar.

O design não cria a qualidade de uma empresa. Ajuda a torná-la visível.

Quando uma boa empresa parece pior do que é

Este é um dos problemas mais comuns que encontramos.

Empresas com anos de experiência, bons profissionais e clientes satisfeitos apresentam-se online com uma imagem que já não corresponde àquilo que realmente são.

O website ficou parado no tempo.
As fotografias já não representam a realidade.
A identidade visual foi construída há muitos anos e nunca evoluiu.
As redes sociais comunicam de uma forma e o website de outra.

O resultado é uma diferença entre o valor real da empresa e o valor que a sua presença transmite.

E essa diferença pode custar oportunidades.

Ser profissional não é parecer igual a todos

Existe também uma armadilha na procura por uma imagem “profissional”.

Muitas empresas procuram referências de outras empresas do seu setor e acabam por construir uma identidade muito semelhante.

O resultado é previsível: cores semelhantes, fotografias semelhantes, websites semelhantes e mensagens que poderiam pertencer a qualquer concorrente.

Mas profissionalismo não significa uniformidade.

Uma marca pode ser séria, sofisticada e credível sem perder personalidade.

A primeira impressão não é tudo. Mas conta.

Existe um certo exagero quando se fala da importância da primeira impressão.

Uma boa imagem não substitui um bom produto. Um website bonito não resolve um mau serviço. Uma identidade forte não corrige uma experiência negativa.

Mas o contrário também é verdadeiro.

Um bom negócio pode estar a ser prejudicado por uma comunicação que não está à altura dele.

Se a primeira impressão cria dúvidas, o cliente pode nunca chegar à segunda.

O que é que o seu cliente vê?

Vale a pena fazer um pequeno exercício.

Imagine que alguém encontra a sua empresa pela primeira vez hoje.

Sem conhecer a sua história.
Sem conhecer os seus clientes.
Sem saber quantos anos de experiência tem.

Essa pessoa vê apenas aquilo que está disponível online.

Que conclusão tiraria?

A sua marca parece atual?
O seu posicionamento é claro?
O website explica rapidamente aquilo que faz?
As imagens correspondem à qualidade do seu trabalho?
A comunicação transmite confiança?

E, sobretudo, existe alguma coisa que faça a sua empresa ficar na memória?

Na UNNE, acreditamos que o design deve tornar o valor visível

É precisamente aqui que entra a forma como trabalhamos na UNNE.

Para nós, branding, design e web design não são peças isoladas nem existem apenas para fazer uma empresa “parecer bem”.

Precisam de trabalhar em conjunto para transmitir aquilo que uma empresa é, aquilo que a distingue e o valor que entrega aos seus clientes.

Uma identidade visual precisa de fazer sentido para a estratégia da empresa.

O website precisa de transformar essa identidade numa experiência.

E a comunicação precisa de transmitir, de forma coerente, aquilo que torna a empresa relevante para os seus clientes.

Por isso, antes de perguntar “como deve parecer?”, preferimos começar por uma pergunta diferente:

“Como queremos que esta marca seja percebida?”

A partir daí, o design deixa de ser apenas decoração.

Passa a ser uma ferramenta para tornar visível o valor que já existe dentro do negócio.

É essa ligação entre estratégia, identidade e experiência que procuramos construir em cada projeto da UNNE.

O seu cliente não vê tudo o que sabe sobre a sua empresa

Você conhece a sua empresa.

Conhece a experiência da sua equipa. Os projetos que já fez. Os problemas que resolve. Os clientes que ajudou.

O seu potencial cliente não.

Ele vê uma página. Uma fotografia. Um logótipo. Um website. Algumas palavras.

É a partir desses sinais que começa a construir uma perceção.

O trabalho de uma marca é ajudar essa perceção a aproximar-se da realidade.

Mais do que parecer bem

Uma boa presença de marca não deve existir apenas para impressionar.

Deve esclarecer.
Deve transmitir confiança.
Deve diferenciar.
Deve criar reconhecimento.

E, acima de tudo, deve representar aquilo que a empresa realmente é.

Porque, no final, o objetivo não é parecer maior, mais caro ou mais moderno do que se é.

É fazer com que o valor real da sua empresa seja percebido.

O seu cliente não compra apenas aquilo que faz. Compra também aquilo que acredita que vai entregar.

E essa perceção começa muito antes da compra.

Na UNNE, acreditamos que uma boa marca não deve criar uma realidade diferente. Deve ajudar o cliente a perceber a realidade que já existe.

Partilhar: